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Grandes amantes do rock

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20 de jun. de 2010

Entrevista com a banda sobralensce Sobre O Fim

Alô alô pessoal como vc´s estão?Faz tempo que não apareço com nenhum assunto bom,mas aqui está,nós conversamos com o vocalista da banda de metalcore Sobre O Fim.Confiram abaixo...

Como surgiu a ideia de formar a banda?

Zé: Toco em banda desde 2002 e estava um pouco cansado de nadar, nadar e morrer na praia. Na época sai de duas bandas que fazia parte (Devasttus e Fugere) e convidei aqueles caras que sabia que seriam legais de tocar junto para um novo projeto. Sai batendo na porta de cada um para convidar. Na época faziam parte da banda eu, Helder, César Kissukão, Rodney Peroba e Adson Mazela. Assim nasceu a 4All, precursora da Sobre o Fim. Isso foi em 2004, se não me engano...

Desde de o começo vocês já sabiam qual estilo musical tocar? Ou foram saber depois da banda formada?
Zé: A 4all tocava hardcore melódico, que foi um estilo forte no final dos anos 90. Nossa ideia era acrescentar riffs de metal e alguns gritos nas músicas para sair da mesmice, uma coisa que algumas bandas brasileiras já estavam fazendo (o Gloria, por exemplo) influenciadas por outras bandas estrangeiras (Story of the Year, Alexisonfire, etc). Acontece que as músicas foram ficando pesadas e a formação da banda foi mudando. No final acabamos optando por mudar de nome e assumir de vez como uma banda de metalcore.


E o nome da banda, "Sobre o Fim", quem teve a ideia?
Zé: "Sobre o Fim" foi o nome da nossa primeira música com um pé no metalcore. Era uma música que eu tinha feito com o Helder sobre a morte, e ele sugeriu que fosse o nome da banda.


A banda de vocês está crescendo mais e mais. Qual foi o momento mais marcante da banda?
Zé: Houverão muitos momentos legais. Cada show a gente sente o negócio crescendo um pouquinho mais. É muito gratificante pra gente. Mas pra mim, se fosse pra escolher um momento só, foi quando recebi uma ligação do selo Nocaute Discos se oferecendo para lançar nosso primeiro EP. Hoje parece pouca coisa, mas naquela época ter um selo de Fortaleza conhecido lançando nosso som era uma coisa sensacional... Era como se agora a gente estivesse oficialmente entrando na brincadeira...


Entre as bandas nacionais e internacionais, quais são as suas prediletas?
Zé: Eu gosto de um monte de coisas... No estilo da gente gosto do Envydust, Killswitch Engage, As I Lay Dying, All That Remains e alguma coisa do Alexisonfire. Mas rock é rock pra mim, e não deixo de ter no meu mp3player coisas como Dead Fish, Colligere, Foo Fighters, Los Hermanos, Strokes, Franz Ferdinand e até Bob Dylan...


Qual música ou banda cada um de vocês gosta, mas tem vergonha de admitir que ouve?
Zé: De vez em quando eu escuto Jason Mraz ou Jack Johnson pra desopilar... hehe... Tem uma banda que as pessoas não esperam que eu diga que goste, e que não tenho vergonha nenhuma de admitir, que é a Legião Urbana. As letras deles são uma grande influência para mim até hoje.


Normalmente quem de vocês compõe as musicas?
Zé: Normalmente o Helder faz a melodia e manda pra gente. Cada um faz sua parte em casa: Leco faz a linha de baixo, Manel a de bateria e eu as letras. Em algumas letras o Helder me dá uma força.


Quando não estão tocando, o que vocês fazem juntos?
Zé: Fondue! Se muita banda vai para um bar tomar uma cerveja ou bater uma pelada, a gente costuma se reunir para conversar sobre a banda detonando pão e queijo! hehe...


Vocês pretendem um dia se sustentar apenas da banda ou tem outro sonho?
Zé: Mentiria se não dissesse que lá no fundinho a gente sonha com isso... Mas nosso som não é nada acessível, o que complica. Sendo assim, nosso objetivo principal mesmo é tocar no máximo de lugares possíveis e fazer as pessoas pensarem sobre nossa música e nossas idéias.


E quando montaram a banda, qual era a principal inspiração musical de vocês. Alguma banda em especial?
Zé: Com certeza As I Lay Dying e Killswitch Engage.


Por último, qual banda vocês trocam ideia fora do palco? Aproveitem e deixem um recado para o pessoal que curte a banda de vocês.
Zé: Ah... Trocamos idéias com várias bandas de todo o Brasil. Em Fortaleza temos muitos amigos, como a galera da A Trigger to Forget, My Fair Lady, Faina, No Shoes... E gostaria de aproveitar para agradecer a todos que seguem a banda aonde ela vai, cantam as músicas no show e entendem o espírito do que a gente faz. Fazemos tudo isso por vocês e apenas por vocês! E aguardem muitas novidades em breve... Novo EP, novo vídeo-clipe e início da gravação do nosso primeiro CD completo! Continuem divulgando a Sobre o Fim. Abraço!




Aguardo as respostas de vocês até sexta.

Abraço,

Zé Wellington

5 de jun. de 2010

Folk-punk

Folk punk é um estilo musical criado na metade dos anos 80 no Reino Unido que combina elementos de folk e punk rock. Existem dois gêneros distintos de folk punk. O primeiro é de artistas como The Knitters - músicos de punk music que tocam em um estilo folk tradicional. Existem também artistas modernos que apresentam-se acusticamente no estilo folk, este gênero é chamado riotfolk.

No geral, como a maior parte da música punk, folk-punk tende a ser bastante político, na maioria das vezes no lado esquerdista radical e anarquista. Folk punk é visto como explorador do legado tradicional do folk music americano, o qual contém muitas vezes temas de solidariedade à classe operária e resistência da comunidade encarando os problemas abusivos da industrialização e capitalismo moderno.

Canções clássicas do folk como "This Land is Your Land" e "Sixteen Tons" têm sido tocadas por bandas folk punk.

Derivações do folk-punk são o celtic punk de bandas como Dropkick Murphys e The Real McKenzies, que misturam punk rock com música celta, e o gypsy punk de bandas como o Gogol Bordello, que mistura punk rock com música romena.